Rua 7 de Setembro, nº 521, Fone 55 3536-1066 - E-mail: stralegria@fetagrs.org.br - Alegria RS. Tecnologia do Blogger.
Mostrando postagens com marcador Leite. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Leite. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Brasil se adapta às normas de controle sanitário para aumentar exportação

Brasília – As novas normas de controle sanitário e inspeção para a produção leite, que entraram em vigor a partir do próximo domingo (1º), têm como finalidade tornar o Brasil um país exportador de produtos laticínios em pouco tempo, já que o governo estima forte crescimento da demanda por leite em todo o mundo.
“A perspectiva mundial pela demanda de leite é absurda. A gente considera que o Brasil é o único país que pode atender à tamanha demanda”, disse o secretário substituto de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Enio Pereira Marques.
Conforme estudo feito pelo ministério, intitulado Projeções do Agronegócio 2010/11-2020/2021, a venda do leite brasileiro deverá crescer 50,5%, atingindo 300 milhões de litros. Atualmente, apesar de o Brasil ser líder mundial em pecuária de corte, tendo registrado US$ 3,8 bilhões exportados de janeiro a novembro deste ano, a exportação de leite no Brasil não é significativa e a qualidade do produto é considerada inferior à da Argentina, do Uruguai, dos Estados Unidos e à de países europeus.
De acordo com Marques, em oito anos, o Brasil deve ter um posição mais forte no mercado mundial de leite e a indústria brasileira de laticínios deve se internacionalizar. “O Brasil está comprando ativos no mundo inteiro”, observa o secretário ao citar a estratégia de grandes fabricantes brasileiros de alimentos de adquirir marcas estrangeiras para ocupar prateleiras em outros países.
A melhora da qualidade dos produtos laticínios visando à exportação depende, no entanto, da adoção das normas de controle para a contagem de bactérias e de células somáticas (CCS), que podem transmitir infecção. Essas regras constam da Instrução Normativa 62, que foi publicada no Diário Oficial da União de hoje (30).
Conforme a instrução, estabelecida por meio de acordo entre o governo e os fabricantes de laticínios, caberá à indústria monitorar diretamente os produtores, estabelecer processos de educação continuada para fazendeiros e cooperativas, e remunerar melhor quem entrega o leite cru mais fresco e com as melhores condições. “O que nos estamos pretendendo, e conseguindo, é, na relação entre fazendeiros [cooperativas] e indústria, criar uma forma que esses valores possam graduar e pagar mais para quem está oferecendo o produto com mais tempo de vida e pagar menos a produtos com menos tempo de vida”, disse o secretário.
Para Marques, “quem tem que garantir especificação e tem que garantir a segurança do produto são os agentes econômicos. Não é o governo”.
Caberá ao ministério a supervisão da cadeia produtiva, para verificar, por exemplo, se o controle de qualidade ocorre de acordo com as normas e se o programa de educação continuada é efetivo. Em caso de irregularidade, o ministério poderá aplicar multas e suspensões e até apresentar denúncia ao Ministério Público contra fabricantes e produtores.
De acordo com Enio Marques, o modelo de controle se assemelha ao que fizeram países que hoje são grandes produtores e têm programa de qualidade. “Começamos a aprender uma nova maneira de estabelecer regra para esse setor em que os próprios agentes econômicos, usando parâmetros internacionais, comecem a encontrar meios para que as especificações do leite, no Brasil, sejam como as especificações internacionais”.
Quem observar qualquer alteração do produto deve entrar em contato com o serviço de atendimento ao consumdidor do fabricante (telefone fornecido na embalagem), procurar a vigilância sanitária municipal ou até mesmo a ouvidoria do Ministério da Agricultura pelo email ouvidoria@agricultura.gov.br ou no 0800 704 1995.

domingo, 6 de novembro de 2011

Pecuária leiteira recebe incentivo

A Prefeitura de Gramado Xavier repassou equipamentos por intermédio da Consulta Popular e que serão úteis para o fomento da bacia leiteira. A parcela única no valor de R$ 54,5 mil é proveniente da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Pesca e Agronegócio, e conta com uma contrapartida de R$ 8,8 mil do município. Foram entregues duas colhedoras de forragens, quatro ordenhadeiras, dois resfriadores de leite a granel, um silo de estrutura metálica e dois secadores de grão móveis.
Além dos equipamentos, foram repassados insumos para impulsionar o setor lácteo no município, beneficiando oito famílias, em um total de 23 hectares de lavouras de milho para silagem e pastagens de verão (milheto). Segundo o prefeito Reni Giovanaz, o repasse dos equipamentos e insumos é mais um trabalho de apoio à bacia leiteira local. “Vamos beneficiar várias famílias com o melhoramento da qualidade de vida e a agregação de renda nas propriedades rurais.”
Foram beneficiadas as associações de produtores de Linha Três Léguas, Gramado dos Francos e Linha Banhado Grande (São Roque). Por meio da cedência, os produtores usarão as máquinas durante três anos, podendo esse prazo ser prorrogado pelo mesmo período. O secretário de Agricultura e Meio Ambiente, Alvari Salvi, explica que são 15 agricultores entregando leite, mas a boa fase do setor aponta que esse número deve crescer nos próximo anos. “O empreendimento vai ajudar muito no aumento da produtividade de leite.”

terça-feira, 1 de novembro de 2011

CEPEA/Leite: mercado já sinaliza recuo para novembro

Em outubro, o preço médio pago pelo leite aos produtores (referente à produção entregue em setembro) foi de R$ 0,8888/litro, leve recuo de 0,3% em relação ao mês anterior. Esse valor representa a média ponderada dos estados do RS, SC, PR, SP, MG, GO e BA – a base de ponderação é o volume produzido pelos estados segundo apontado pela Pesquisa da Pecuária Municipal do IBGE. Para o próximo pagamento, a maior parte dos compradores da matéria-prima consultados pelo Cepea acredita em redução dos preços devido ao início da safra no Sudeste e Centro-Oeste estimulada, por sua vez, pelas chuvas que favorecem o desenvolvimento das pastagens.
Para o pagamento de novembro (referente à produção entregue em outubro), 66% dos representantes de laticínios/cooperativas entrevistados (que respondem por 85% do volume amostrado) esperam queda de preços. Para 30% dos ouvidos (responsáveis por 14,5% do volume da amostra), deve haver estabilidade de preços. Apenas 4% dos entrevistados (responsáveis por 0,5% do volume de leite) acreditam em alta.
Os mercados de leite UHT e de queijo muçarela enfraqueceram em outubro, o que tende a influenciar nos preços pagos pela matéria-prima. Conforme apuração diária feita pelo Cepea, a média do leite UHT no atacado paulista até o dia 28 de outubro era de R$ 1,89/litro (incluindo frete e impostos), 4% (ou 7 centavos por litro) menor que a de setembro. No caso do queijo muçarela, houve desvalorização de 1,5% no mesmo período, com média de R$ 11,44/kg. O levantamento de preços é feito diariamente e tem o apoio da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) e CBCL (Confederação Brasileira de Cooperativas de Laticínios).
O Índice de Captação de Leite do Cepea (ICAP-Leite), ponderado pelo volume produzido pelos estados de RS, SC, PR, SP, MG, GO e BA, registrou aumento de 3,2% entre agosto e setembro. O maior avanço foi verificado no Rio Grande do Sul, com incremento de 6,4% no período. Em Santa Catarina e no Paraná, a captação média diária em setembro cresceu em torno de 4%. Em outubro, no entanto, agentes do setor afirmam que a produção de leite já diminuiu no Sul do País, devido ao final da safra de inverno na região. No acumulado do ano (nove meses), a captação de leite no estado gaúcho apresentou recuo de quase 2% frente ao mesmo período de 2010, enquanto no Paraná houve acréscimo de 4%. O índice em Santa Catarina passou a ser calculado somente em 2011.
Em São Paulo, houve avanço de 5,4% no ICAP-Leite entre agosto e setembro, em Goiás, de 2% e, em Minas Gerais, a produção ficou praticamente estável no período. O clima seco em algumas regiões deste estado em setembro limitou o avanço da oferta. Dos sete estados incluídos nesta pesquisa, apenas na Bahia houve recuo, de 6,7%. De janeiro a setembro, o ICAP-Leite (média dos sete estados) representou queda de 2,5% frente a igual período do ano passado.
AO PRODUTOR – As médias estaduais tiveram comportamento estável em outubro, com pequenas variações. Em São Paulo, o preço médio bruto de outubro (referente à produção de setembro) foi de R$ 0,9397/litro, estável frente ao pagamento anterior. Em Goiás, o preço médio foi de R$ 0,9326/litro, ligeira alta de 0,9% (menos de 1 centavo por litro). Já em Minas Gerais, houve recuo de 1,1% (ou 1 centavo por litro), com média de R$ 0,8962/litro em outubro; na Bahia, mesmo com a menor produção, o preço médio caiu 1,7% (1,3 centavo por litro), indo para R$ 0,7482/litro em outubro.
Houve leve queda de preços também no Paraná, de 0,9% (menos de 1 centavo por litro), com o litro à média de R$ 0,8692. O estado de Santa Catarina apresentou a maior média da região Sul: R$ 0,8812/litro, com ligeiro aumento de 0,7% frente a setembro. No Rio Grande do Sul, o preço médio aumentou 0,3%, com média de R$ 0,8225/litro.

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Gerenciamento da Propriedade de Bovinocultura Leiteira

A bovinocultura de leite é uma atividade complexa, que envolve a participação de várias pessoas e grande quantidade de recursos. O seu bom gerenciamento é, portanto, uma das condições básicas para o sucesso da atividade. É preciso saber como gerenciar as pessoas para que elas sintam motivação para executar as tarefas de rotina como ordenha, alimentação, entre outras. Para tanto, a identificação das necessidades das pessoas e a organização do seu trabalho é uma atividade de grande importância do proprietário e do gerente da empresa.
Com o objetivo de fornecer informações e ferramentas para o gerenciamento de pessoas que trabalham na bovinocultura de leite, a Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz" (USP/ESALQ) realizará, no dia 24 de setembro, das 08h às 17h, o "Treinamento: Gerenciamento da Propriedade de Bovinocultura Leiteira. A atividade acontecerá no Anfiteatro do Pavilhão da Zoologia e produtores rurais e profissionais do setor podem se inscrever na Casa do Produtor Rural (CPRural), na avenida Pádua Dias, 11, São Dimas, de segunda a sexta-feira, das 08h às 12h e das 14h às 18h. Informações pelo telefone (19) 3429-4179 ou e-mail cprural@esalq.usp.br .
O evento é uma realização da Casa do Produtor Rural (CPRural), com apoio da Comissão (CCEx) e Serviço (SVECx) de Cultura e Extensão Universitária, Departamento de Zootecnia (LZT), Clínica do Leite (USP/ESALQ), Fundação de Estudos Agrários "Luiz de Queiroz" (Fealq), Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento (Sema), Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (Cati), Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (Ceagesp/Ceasa).

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Consumo de leite do brasileiro é menor do que se pensava

Ao contrário do que se pensava, o consumo per capita de leite, estimado em 150 litros por ano no Brasil, não ultrapassa os 128 litros, incluindo seus derivados (leite em pó, queijos, requeijão, iogurte, leite fermentado e outros produtos lácteos).
A conclusão é da Associação Brasileira dos Produtores de Leite, a Leite Brasil, após recálculo com base em dois estudos: Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009, e estudo especial Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil, ambos divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em julho.
Para chegar a esta nova leitura, a Leite Brasil estimou o consumo de leite líquido, leite em pó, queijos e requeijão, iogurte e leite fermentado e outros produtos lácteos, separando o volume consumido do volume utilizado pela indústria alimentícia.
O levantamento aponta que o déficit de consumo é de 72 litros, considerando como meta a recomendação do Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, que sugere três porções diárias de leite e derivados, equivalentes a 200 litros por ano.
Segundo Jorge Rubez, presidente da Leite Brasil, o estudo mostra que o brasileiro sofre uma defasagem forte de consumo de leite e seus derivados e esse problema precisa ser solucionado. “É preciso trabalhar em prol da cadeia produtiva como um todo, pois para atingir o nível de consumo ideal recomendado pelo Guia Alimentar, a produção de leite do país precisa aumentar cerca de 50%”, completa.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Evento impulsiona negócios da cadeia leiteira

11ª edição do Agroleite espera reunir 48 mil visitantes e movimentar R$ 28 milhões em negócios na próxima semana
Com foco na geração de negócios, a 11 Agroleite começa nesta segunda-feira, dia 8, com expectativa de repetir o desempenho do ano anterior. A organização espera movimentar R$ 28 milhões e receber 48 mil visitantes nos cinco dias de evento. Castro, cidade que sedia a feira, é o município com a maior produção nacional de leite, tendo atingido a marca de 166 milhões de litros em 2009, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
''O mercado está muito favorável para a cadeia leiteira paranaense e nacional'', avalia o coordenador técnico da Agroleite, Henrique Costales Junqueira. Segundo ele, com esse cenário a tendência é de que os produtores estejam mais interessados em investir em sua propriedade. A Agroleite reúne proprietários das principais fazendas leiteiras do País, profissionais dos diversos segmentos da cadeia leiteira e representantes do poder público e associações. Na edição anterior, 62% dos visitantes fecharam negócios dentro da feira.
Ao percorrer os 120 estandes do evento, o público encontrará as últimas aplicações práticas da tecnologia para o segmento, maquinário, equipamentos para ordenha, tratores, colheitadeiras de forragem, insumos e representantes de laboratórios apresentando lançamentos para a atividade. Durante a programação estão também previstos seminários, simpósios, fóruns, leilões, torneio leiteiro e julgamentos.
''Temos uma produção leiteira diversificada e o maior evento do País focado na cadeia leiteira apresenta tecnologias e orientações para todos os produtores, desde os pequenos até os que possuem mais de mil vacas'', afirma Junqueira. Segundo ele, os principais criadores das raças holandesa, jersey, simental e pardo-suíça levarão cerca de 600 animais para o evento.
Em 2011, a imigração holandesa para Castro completa 60 anos e a Agroleite homenageia a tradição cultural da cidade com decoração especial. ''A primeira atividade que os imigrantes desenvolveram aqui foi a pecuária leiteira'', lembra Junqueira. A Agroleite é promovida pela Cooperativa Castrolanda, que este ano deve produzir 180 milhões de litros de leite.
Destaque
Segundo a Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab), a região Centro-Oriental do Paraná, que envolve os municípios de Castro, Carambeí, Palmeira e Arapoti, apresenta altos índices de produtividade na cadeia leiteira, sendo comum rebanhos com produtividade igual ou maior a 10 mil litros/vaca/ano.
A Seab avalia que os altos índices de produção desta região são fruto de forte seleção genética realizada ao longo de anos pelos colonizadores holandeses e alemães. O manejo adotado pelos produtores, a nutrição de qualidade, os cuidados sanitários e a multiplicação genética através do uso de práticas modernas de biotecnologias são outros fatores que colaboram para o sucesso local.
Para a próxima página clique em postagens mais antigas

Contato:

Fone: 55 3535-1066
Alegria RS
acesso gratis

  ©Template by Dicas Blogger.