Equipamentos financiados pelo Mais Alimentos foram entregues na tarde desta quinta-feira (1º) no estande do Programa montado na Expointer 2011, em Esteio (RS). Entre eles a primeira colheitadeira de cana-de-açúcar e o trator número 43 mil financiados no Rio Grande do Sul e no Brasil. A solenidade, no espaço Feirão Mais Alimentos, reuniu o secretário de Agricultura Familiar do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Laudemir Müller, o governador Tarso Genro, o coordenador nacional do Programa, Hercílio Matos, e o presidente do Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas no Rio Grande do Sul (Simers), Claudio Bier.
Ao destacar a modernização da infraestrutura produtiva proporcionada pelo Programa criado em 2008 pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, o secretário Laudemir Müller afirmou que o Mais Alimentos garantiu aos agricultores familiares acesso a novas tecnologias e fortaleceu a industria nacional. Como exemplos, citou as entregas simbólicas, durante o evento, do milésimo sistema de aviário, do 35º silo de armazenagem, da colheitadeira número 170 e do caminhão número três mil financiados pelo Programa.
“Este programa, que é uma herança do Governo Lula, tem levado para o campo a condição de ampliar a produção para que, na cidade, o alimento chegue com qualidade e a preços justo”, reforçou o governador Tarso Genro. Müller lembrou que o Mais Alimentos tornou-se uma referência para outros países e destacou os acordos firmados com Gana e Zimbábue para a implantação do Programa Mais Alimentos África. A parceria com esses países resultará em exportações de máquinas e implementos agrícolas produzidos no Brasil superiores a US$ 190 milhões.
“Este é o mais importante programa do Governo Federal para nosso setor e tem impulsionado nossas empresas a criarem novas máquinas focadas nas necessidades dos agricultores familiares”, destacou o presidente do Simers, Claudio Bier. Esta lista foi ampliada na Expointer 2001 com o lançamento de um trator de 55 CV (John Deere), que passa a ser produzido no Rio Grande do Sul, um misturador de ração (Casale) e uma plantadeira de três linhas (Imasa).
Participação feminina
A entrega do trator de número 43 mil do Programa Mais Alimentos ressaltou a participação das mulheres na agricultura familiar. Ele foi adquirido pela agricultora Angelina Pistore Rossi, de Caxias do Sul, na Serra gaúcha, que, aos 67 anos, realizou o seu primeiro financiamento para adquirir um trator de 75 CV. “Eu ainda quero trabalhar muito na roça, então tive de comprar o trator para facilitar a vida da família”, explicou a agricultora familiar, que mora com o marido, a filha e o genro em uma propriedade de 15 hectares em Santa Lúcia do Piai, onde produz hortigranjeiros.
“O trator novo vai facilitar muito. A gente tinha um velhinho, que tinha sido comprado usado e dava muita oficina”, comparou Angelina. Com o novo equipamento, a agricultora planeja ampliar a área cultivada, que hoje é de 3,5 hectares e meio, e a produção de beterraba, cenoura e tomate, que hoje chega a 50 toneladas a cada ciclo produtivo e é entregue na Central de Abastecimento do Rio Grande do Sul (Ceasa) em Porto Alegre.
A gestão da operação de crédito que financiou o trator de Angelina, realizada pelo Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul), ficou a cargo de quatro mulheres, desde a assistente técnica responsável pelo projeto, às operadoras e gerentes que liberaram o financiamento. “Antigamente, a mulher era só dona-de-casa, hoje elas estão ganhando espaço”, comentou Elisabete Pinter, a gerente da agência do Banrisul de Fazenda Souza, onde foi concedido o financiamento. Também participaram a operadora de negócios, Graciele Borin Colombo, e a analista de crédito Cristina da Silva Floriano Machado.
Ao destacar a modernização da infraestrutura produtiva proporcionada pelo Programa criado em 2008 pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, o secretário Laudemir Müller afirmou que o Mais Alimentos garantiu aos agricultores familiares acesso a novas tecnologias e fortaleceu a industria nacional. Como exemplos, citou as entregas simbólicas, durante o evento, do milésimo sistema de aviário, do 35º silo de armazenagem, da colheitadeira número 170 e do caminhão número três mil financiados pelo Programa.
“Este programa, que é uma herança do Governo Lula, tem levado para o campo a condição de ampliar a produção para que, na cidade, o alimento chegue com qualidade e a preços justo”, reforçou o governador Tarso Genro. Müller lembrou que o Mais Alimentos tornou-se uma referência para outros países e destacou os acordos firmados com Gana e Zimbábue para a implantação do Programa Mais Alimentos África. A parceria com esses países resultará em exportações de máquinas e implementos agrícolas produzidos no Brasil superiores a US$ 190 milhões.
“Este é o mais importante programa do Governo Federal para nosso setor e tem impulsionado nossas empresas a criarem novas máquinas focadas nas necessidades dos agricultores familiares”, destacou o presidente do Simers, Claudio Bier. Esta lista foi ampliada na Expointer 2001 com o lançamento de um trator de 55 CV (John Deere), que passa a ser produzido no Rio Grande do Sul, um misturador de ração (Casale) e uma plantadeira de três linhas (Imasa).
Participação feminina
A entrega do trator de número 43 mil do Programa Mais Alimentos ressaltou a participação das mulheres na agricultura familiar. Ele foi adquirido pela agricultora Angelina Pistore Rossi, de Caxias do Sul, na Serra gaúcha, que, aos 67 anos, realizou o seu primeiro financiamento para adquirir um trator de 75 CV. “Eu ainda quero trabalhar muito na roça, então tive de comprar o trator para facilitar a vida da família”, explicou a agricultora familiar, que mora com o marido, a filha e o genro em uma propriedade de 15 hectares em Santa Lúcia do Piai, onde produz hortigranjeiros.
“O trator novo vai facilitar muito. A gente tinha um velhinho, que tinha sido comprado usado e dava muita oficina”, comparou Angelina. Com o novo equipamento, a agricultora planeja ampliar a área cultivada, que hoje é de 3,5 hectares e meio, e a produção de beterraba, cenoura e tomate, que hoje chega a 50 toneladas a cada ciclo produtivo e é entregue na Central de Abastecimento do Rio Grande do Sul (Ceasa) em Porto Alegre.
A gestão da operação de crédito que financiou o trator de Angelina, realizada pelo Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul), ficou a cargo de quatro mulheres, desde a assistente técnica responsável pelo projeto, às operadoras e gerentes que liberaram o financiamento. “Antigamente, a mulher era só dona-de-casa, hoje elas estão ganhando espaço”, comentou Elisabete Pinter, a gerente da agência do Banrisul de Fazenda Souza, onde foi concedido o financiamento. Também participaram a operadora de negócios, Graciele Borin Colombo, e a analista de crédito Cristina da Silva Floriano Machado.