As cotações do milho em Chicago igualmente recuaram, porém, mais fortemente, fechando o dia 17/11 em US$ 6,14/bushel, após US$ 6,45 uma semana antes.
Os fatores para tal comportamento são semelhantes aos comentados na soja, com ênfase à valorização do dólar no mercado mundial e ao clima positivo sobre as novas lavouras da América do Sul, onde a produção tende a crescer de forma significativa.
No mercado argentino e paraguaio, a tonelada FOB ficou cotada a US$ 275,00 e US$ 197,50 respectivamente. Vale destacar que as chuvas voltaram bem nas regiões produtoras destes dois países.
Já no mercado brasileiro, os preços se mantiveram firmes no balcão gaúcho, pagando a média de R$ 25,89/saco, enquanto os lotes no norte e planalto do Estado ficaram em R$ 29,50/saco. Nas demais praças houve recuo de preços, com os lotes oscilando entre R$ 17,90/saco em Sorriso (MT) e R$ 28,75/saco em Videira e Concórdia (SC). A notar um recuo mais expressivo nos preços do Paraná, entre 3% e 5% na semana, fato que pressionou o mercado das demais regiões. Mas não parece ser um movimento duradouro neste momento de entressafra, embora o mercado já comece a se posicionar diante da possibilidade de uma expressiva colheita de verão.
Todavia, vale assinalar que no Paraná, para agosto, a safrinha apresentou preços nominais ao redor de R$ 26,50/saco nesse meados de novembro.
Paralelamente, e na contramão da pressão mais baixista, as nomeações de navios para novembro estão apontando um potencial de exportação ao redor de 1,1 milhão de toneladas, aumentando a projeção do volume final a ser vendido ao exterior no ano comercial fev/11-jan/12.
Enquanto isso, a safra de verão brasileira, no início de novembro, alcançava 65% da área semeada. No Rio Grande do Sul, naquele momento, a mesma atingia a 70% segundo a Emater.
Enfim, a semana terminou com a importação, no CIF indústrias brasileiras, valendo R$ 40,17 e R$ 37,06/saco, para novembro, respectivamente para o produto oriundo dos EUA e da Argentina. Para dezembro, o produto argentino ficou igualmente em R$ 37,06/saco. Já na exportação, o transferido via Paranaguá ficou em R$ 28,62/saco para novembro; R$ 28,83 para dezembro; R$ 29,31 para janeiro; R$ 29,38 para fevereiro; R$ 29,61 para março; R$ 29,97 para maio; R$ 30,12 para junho e R$ 28,06/saco para setembro/12.
Os fatores para tal comportamento são semelhantes aos comentados na soja, com ênfase à valorização do dólar no mercado mundial e ao clima positivo sobre as novas lavouras da América do Sul, onde a produção tende a crescer de forma significativa.
No mercado argentino e paraguaio, a tonelada FOB ficou cotada a US$ 275,00 e US$ 197,50 respectivamente. Vale destacar que as chuvas voltaram bem nas regiões produtoras destes dois países.
Já no mercado brasileiro, os preços se mantiveram firmes no balcão gaúcho, pagando a média de R$ 25,89/saco, enquanto os lotes no norte e planalto do Estado ficaram em R$ 29,50/saco. Nas demais praças houve recuo de preços, com os lotes oscilando entre R$ 17,90/saco em Sorriso (MT) e R$ 28,75/saco em Videira e Concórdia (SC). A notar um recuo mais expressivo nos preços do Paraná, entre 3% e 5% na semana, fato que pressionou o mercado das demais regiões. Mas não parece ser um movimento duradouro neste momento de entressafra, embora o mercado já comece a se posicionar diante da possibilidade de uma expressiva colheita de verão.
Todavia, vale assinalar que no Paraná, para agosto, a safrinha apresentou preços nominais ao redor de R$ 26,50/saco nesse meados de novembro.
Paralelamente, e na contramão da pressão mais baixista, as nomeações de navios para novembro estão apontando um potencial de exportação ao redor de 1,1 milhão de toneladas, aumentando a projeção do volume final a ser vendido ao exterior no ano comercial fev/11-jan/12.
Enquanto isso, a safra de verão brasileira, no início de novembro, alcançava 65% da área semeada. No Rio Grande do Sul, naquele momento, a mesma atingia a 70% segundo a Emater.
Enfim, a semana terminou com a importação, no CIF indústrias brasileiras, valendo R$ 40,17 e R$ 37,06/saco, para novembro, respectivamente para o produto oriundo dos EUA e da Argentina. Para dezembro, o produto argentino ficou igualmente em R$ 37,06/saco. Já na exportação, o transferido via Paranaguá ficou em R$ 28,62/saco para novembro; R$ 28,83 para dezembro; R$ 29,31 para janeiro; R$ 29,38 para fevereiro; R$ 29,61 para março; R$ 29,97 para maio; R$ 30,12 para junho e R$ 28,06/saco para setembro/12.