Uma reivindicação da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) sustentada desde a década de noventa – a criação da figura do adido agrícola nas embaixadas brasileiras – começou a ser concretizada em 2010.
Agora, uma outra ação demonstra a valorização do setor no mercado mundial: os ministérios da Agricultura (MAPA) e de Relações Exteriores (MRE) criaram o Programa de Imersão no Agronegócio Brasileiro, reunindo 18 diplomatas brasileiros lotados em embaixadas da Europa, Ásia, do Oriente Médio e de países da América. Os diplomatas visitarão municípios de São Paulo, Mato Grosso do Sul, do Paraná e Rio Grande do Sul. A ideia do governo é que eles aprofundem seus conhecimentos sobre as peculiaridades do agronegócio nacional e estejam preparados para as negociações internacionais que envolvem o setor.
Os diplomatas terão contato – durante este mês de novembro – com representantes de entidades dos setores exportadores e visitarão fazendas e unidades de processamento de carnes bovina, suína e de frango e de produção de etanol e vinho.
“Diplomatas com conhecimento na área e adidos militares resultaram, na prática, em defesa mais efetiva do setor primário e da vasta cadeia produtiva do agronegócio”, assevera o presidente da FAESC, José Zeferino Pedrozo. A formalização do cargo de adido começou a ser viabilizada com o decreto nº 6.464, publicado em maio de 2008. Em outubro de 2009 teve início o processo de seleção de adidos agrícolas mediante rigorosos critérios de avaliação.
“Isso representa um avanço na capacidade de negociação e intervenção mercadológica do Brasil”, avalia Pedrozo. A criação do adido agrícola é um reconhecimento da importância e da potencialidade do agronegócio brasileiro no mercado externo. Com mais informações sobre os temas do setor, as embaixadas brasileiras terão capacidade para melhorar seu campo de atuação.
Lembra que os adidos são essenciais na prospecção de negócios e para o acompanhamento dos mercados e que, em várias negociações internacionais, são feitas exigências e impostas barreiras aos produtos brasileiros que desconsideram as diferenças de produção entre os países.
“A agricultura e o agronegócio são segmentos muito amplos e complexos e ninguém deve esperar que os embaixadores tenham tempo e conhecimento para tratar desses temas”, acrescenta.
O governo brasileiro já possui adidos em áreas, como a militar, de inteligência e tributação. No caso dos adidos agrícolas, os profissionais atuarão em postos estratégicos no exterior, com a responsabilidade de subsidiar os embaixadores brasileiros com informações qualificadas, principalmente em temas sanitários e fitossanitários.
Pedrozo mostra que a importância da criação do cargo para o agronegócio vem do fato de o País ocupar a terceira posição entre os exportadores mundiais de alimentos, de acordo com os dados divulgados recentemente pela Organização Mundial do Comércio (OMC).
Agora, uma outra ação demonstra a valorização do setor no mercado mundial: os ministérios da Agricultura (MAPA) e de Relações Exteriores (MRE) criaram o Programa de Imersão no Agronegócio Brasileiro, reunindo 18 diplomatas brasileiros lotados em embaixadas da Europa, Ásia, do Oriente Médio e de países da América. Os diplomatas visitarão municípios de São Paulo, Mato Grosso do Sul, do Paraná e Rio Grande do Sul. A ideia do governo é que eles aprofundem seus conhecimentos sobre as peculiaridades do agronegócio nacional e estejam preparados para as negociações internacionais que envolvem o setor.
Os diplomatas terão contato – durante este mês de novembro – com representantes de entidades dos setores exportadores e visitarão fazendas e unidades de processamento de carnes bovina, suína e de frango e de produção de etanol e vinho.
“Diplomatas com conhecimento na área e adidos militares resultaram, na prática, em defesa mais efetiva do setor primário e da vasta cadeia produtiva do agronegócio”, assevera o presidente da FAESC, José Zeferino Pedrozo. A formalização do cargo de adido começou a ser viabilizada com o decreto nº 6.464, publicado em maio de 2008. Em outubro de 2009 teve início o processo de seleção de adidos agrícolas mediante rigorosos critérios de avaliação.
“Isso representa um avanço na capacidade de negociação e intervenção mercadológica do Brasil”, avalia Pedrozo. A criação do adido agrícola é um reconhecimento da importância e da potencialidade do agronegócio brasileiro no mercado externo. Com mais informações sobre os temas do setor, as embaixadas brasileiras terão capacidade para melhorar seu campo de atuação.
Lembra que os adidos são essenciais na prospecção de negócios e para o acompanhamento dos mercados e que, em várias negociações internacionais, são feitas exigências e impostas barreiras aos produtos brasileiros que desconsideram as diferenças de produção entre os países.
“A agricultura e o agronegócio são segmentos muito amplos e complexos e ninguém deve esperar que os embaixadores tenham tempo e conhecimento para tratar desses temas”, acrescenta.
O governo brasileiro já possui adidos em áreas, como a militar, de inteligência e tributação. No caso dos adidos agrícolas, os profissionais atuarão em postos estratégicos no exterior, com a responsabilidade de subsidiar os embaixadores brasileiros com informações qualificadas, principalmente em temas sanitários e fitossanitários.
Pedrozo mostra que a importância da criação do cargo para o agronegócio vem do fato de o País ocupar a terceira posição entre os exportadores mundiais de alimentos, de acordo com os dados divulgados recentemente pela Organização Mundial do Comércio (OMC).